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Brasil deve fechar 2018 com 2,4 GW de potência solar instalada

Potência solar Brasil - Elysia energia solar Porto Alegre Rio Grande do Sul

A energia solar fotovoltaica no Brasil desponta em um crescimento consistente. O país já ultrapassou a marca de 1,5 GW de capacidade instalada, e deve fechar 2018 com 2,4 GW.. A cada ano, junto a esta fonte renovável e limpa, crescem também os números de novos postos de trabalho, renda e de investimentos.

Como funciona a energia solar? Entenda.

Há um ano, a energia elétrica gerada pela fonte solar era capaz de abastecer 60 mil residências brasileiras. Hoje, porém, este número já é mais de 10 vezes maior; Atualmente, são cerca de 633 mil residências abastecidas pela energia fotovoltaica. O Brasil celebra a marca de 30.039 sistemas de geração distribuída conectados à rede. O número representa economia e sustentabilidade ambiental para 35.667 unidades consumidoras. Isso significa mais de R$ 2,1 bilhões em investimentos acumulados desde 2012, distribuídos por todas as regiões do país.

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Esses e outros dados foram apresentados recentemente, durante o Brasil Solar Power – Conferência & Exposição, promovida pelo Grupo UBM|CanalEnergia e a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar).

Investimento pesado

Embora tenha regularizado há energia solar há seis anos, o Brasil já entrou no seleto grupo de 30 países com mais de 1 GW de potência instalada. Considerando a potência adicionada apenas no ano de 2017, o Brasil ficou entre os dez países que mais adicionaram projetos da fonte solar fotovoltaica em suas matrizes.

No último ano, já foram gerados mais de 20 mil novos empregos diretor e indiretos. E a expectativa é de que este número se repita até o fim de 2018, sendo que a cada MW de energia solar fotovoltaica instalados, são gerados de 25 a 30 postos de trabalho.

De acordo com a Absolar, a fonte solar fotovoltaica lidera com folga o segmento de microgeração e minigeração distribuída, com mais de 99,4% das instalações do País. Em números de sistemas instalados, os consumidores residenciais estão no topo da lista, representando 77,4% do total.

O crescimento da microgeração e minigeração distribuída solar fotovoltaica é impulsionado por dois fatores, especialmente; a redução de 75% no preço da energia solar fotovoltaica nos últimos dez anos e o forte aumento do preço da energia elétrica dos consumidores, que desde 2012 acumula uma alta de 499%, segundo dados do Ministério de Minas e Energia.

Se fossem instalados painéis solares em todos os telhados de residências brasileiras, a geração de energia seria 2,3 vezes maior do que o necessária para abastecer todos os domicílios do Brasil. Enquanto o potencial técnico hidrelétrico nacional é de 170 Gigawatts (GW), o solar fotovoltaico supera 28.500 GW.

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